segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A evolução esbarra nas fronteiras físicas

Sempre estudei nos livros de geografia aquelas linhas que separam as cidades, estados e países mas nunca vi uma ao vivo. Pensem comigo: Existem fronteiras que delimitam até onde posso ir, e a partir momento que atravesso aquele ponto sou considerado um estranho. Mas afinal o mundo tem cerca de 4,5 bilhões de anos, e durante toda sua historia nunca ouvi falar de nenhuma demarcação física feita pelos animais “irracionais”. Eles demarcavam a sua área pelo simples extinto de sobrevivência. Mas com os humanos as linhas do mapa servem para outras finalidades. Porque existe um pais do tamanho do Brasil é um do tamanho do Uruguai? Na minha opinião fronteiras servem para afastar e organizar melhor a manipulação da raça. Se o ser humano fosse realmente civilizado não existiria Brasil, França, Marrocos e outras centenas de localizações demarcadas no planeta, cada uma defendendo os interesses do seu pedaço de terra.  Então quer dizer que eu sou somente brasileiro, e que o termo terráqueo não se aplica a nenhum dos seres da terra, porque a partir do momento que posso ser livre somente dentro dos limites do meu país, julga-se que o resto do planeta não é meu. Na verdade para que servem as fronteiras físicas? Se não existisse o guardinha e as placas, o mundo inteiro pra mim seria a mesmo espaço. Ô animal estranho é esse Homo Sapiens! Respiramos a mesma fuligem que saí das fábricas nos Estados Unidos e ao mesmo tempo é nos impedido transitar livremente por lá sem uma série de documentos, e revisões. Quando nós descobrirmos que o mundo é bem maior que Divinópolis, que o Texas, que a Russia e que bandeiras só servem para alimentar o ódio e o preconceito entre os da mesma espécie, daremos um verdadeiro salto no quesito evolução. PS: Mas é logico que essa evolução esbarra nos interesses de quem realmente dita as regras no mundo.

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