Se o processo de distribuição dos direitos autorais pela
ECAD for transparente e justo, pagar por cada nota executada será feita com
imensa felicidade. A tecnologia investida pelo órgão é voltada na sua maioria
na arrecadação e não na distribuição, esse fato é no mínimo questionável tendo
em vista que a ECAD é simplesmente uma ferramenta para facilitar a distribuição
dos direitos. Exemplo, são cobrados ingressos com valores absurdos em shows e
eventos, pois tanto o artista não pode viver da reprodução das suas criações
quanto o organizador tem que cobrir um rombo no orçamento que envolve tributos
pagos a ECAD. E já é passada a hora de um país conhecido pela sua pluriculturalidade
organizar seu mercado musical, tendo em vista modelos europeus e norte
americano funcionam bem melhor para o lado do artista e também do governo. E me
veem artistas a defender a ECAD, dizendo que a CPI é uma exposição desnecessária
ao órgão. Exposição é o que falta mesmo, é se foi a CPI a forma encontrada
pelos artistas, que seja ela realizada sem nenhum privilegio utopia a minha,
pois as empresas por trás de cada um dos deputados e senadores sempre irão
ganhar, mas que o foco principal que é a transparência seja estabelecido ao
máximo. Já que estão fazendo o maior alvoroço no mercado é lembrada também a
confusão criada pela segurança em casas de show, movimentação que soa
totalmente como uma plataforma de politicagem ridícula dos governos federal,
estadual e municipal. Vamos ver ate onde a noticia da tal boate vai vender
segundos valiosos para comerciais da de grandes corporações na TV e ate onde as
autoridades da politicagem vão “zelar” pelo bem estar dos músicos e publico
nessas espeluncas espalhadas pelo território brasileiro onde as vezes é negado
ate água aos trabalhadores, imaginem a segurança. Organizamos de vez o mercado
cultural musical brasileiro e não fiquemos com essa conversa de comadres sobre
extintores de incêndio, pois o que mata pessoas primeiramente são as ideias!
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